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Problemas no relacionamento? Veja 10 causas possíveis que podem te ajudar

Postado em: 30 de julho de 2023 | Por: Psicólogo Wil
Problemas no relacionamento? Veja 10 causas possíveis

Enfrentar problemas no relacionamento é algo que faz ou já fez parte de praticamente todas as famílias. Contudo, muitos não conseguem se libertar dos conflitos e passam anos lutando contra situações que, se fossem entendidas corretamente, já poderiam ter sido resolvidas sem grandes prejuízos.

Abaixo listo 10 causas comuns que podem estar afetando negativamente a sua relação, caso você tenha vindo aqui buscando compreender melhor esse tema. É importante frisar que não me refiro a problemas sociais como finanças, moradia, profissão e etc. São questões de ordem comportamental e emocional.

Antes de partir para a lista, busque se abrir a outras concepções e evite o imediatismo diante de conclusões supostamente óbvias. Acredite, os problemas no relacionamento mais comuns são os que mais ignoramos por não darmos a eles o devido valor e atenção.

1º – Falta de diálogo

Apesar de básico e crucial na vida de qualquer pessoa, o diálogo não é uma prática constante em muitos relacionamentos, principalmente se o entendermos como uma conversa aberta, sincera e compromissada com a melhora da relação.

Às vezes estabelecemos diálogos, ou aceitamos um, apenas como forma de manter um padrão de entendimento acerca de determinado assunto ou problema, e não porque algo está resolvido. Com isso, muitos usam esse limiar como uma maneira de sustentar a relação no limite do aceitável.

Nesse tipo de relação, o diálogo existe não para aproximar e criar afinidades, evitando com isso futuros problemas, mas para “fechar” acordos de manutenção quando todos os outros recursos já foram esgotados e os problemas já tomaram conta do relacionamento.

Isso pode acontecer quando não se tem o hábito e o prazer de conversar sobre tudo, talvez por achar que o diálogo quando tratado de forma objetiva, e transparente, é sinônimo de chatices e desentendimentos.

2º – Conflitos de interesse

No início de todo relacionamento, a paixão tem o poder de nos fazer abrir mão de certos critérios, fazendo com que uma pessoa, possivelmente tão diferente, acabe parecendo ser a nossa “alma gêmea”.

Só depois, conforme a paixão vai cedendo lugar para a razão, você percebe que não existem tantas afinidades entre um e outro, mas agora já não sabe como resolver esse sentimento de diferença onde os conflitos de interesse são cada vez mais evidentes.

É possível amar e ter um bom relacionamento em meio às diferenças, mas dificilmente quando essas atingem interesses pessoais. Assuntos como educação, religião/fé, valores comportamentais, precisam ser expostos logo no início do relacionamento, caso contrário será difícil conciliá-los depois.

3º – Ciúme exagerado

A existência do ciúme em excesso é multifatorial e cada caso deve ser analisado separadamente. No entanto, a insegurança cultivada pela baixa estima costuma ser o principal motivo da ciumeira nos relacionamentos.

Um detalhe importante é saber que todo ciumento exagerado é visível no início do relacionamento, mas a paixão (como dito antes) nos faz enxergar àquele “ciuminho” como um charme ou uma coisa “bonitinha”.

Alguns encaram a possessividade até mesmo como uma manifestação de amor, apego e etc., não percebendo que pode se tratar de algo psicopatológico. Se você acredita poder estar vivenciando algo desse tipo, atente para os seguintes sinais:

  • Você é a única razão de viver dele(a). É melhor morrer do que viver sem você (essa frase deve ser considerada junto com outras características);
  • Ligações constantes sem motivos, ou motivos muito fúteis que geralmente são utilizados para esconder a necessidade de monitoramento do outro;
  • Necessidade de controlar tudo, saber de tudo, querer dominar tudo que você faz ou vive, não deixando espaço para sua vida pessoal, desejos e afinidades. Nesses casos a pessoa inventa desculpas para frequentar o maior número de ambientes e atividades que você, ou te fazer desistir dos que ela não pode;
  • “Você vai aonde eu for ou se eu for com você”, diz o(a) ciumento(a), caso contrário os dois não vão para lugar nenhum. Atenção nesse quesito: parece algo normal apenas no início, mas com o tempo isso pode se tornar motivo de cerceamento e manipulação;
  • Você é frequentemente visto(a) e citado(a) como “propriedade” e o “amor” é apenas uma forma de justificar isso. Mais uma vez, cuidado: apesar das manifestações de carinho e afeto, você pode estar sendo apenas um símbolo de segurança emocional para o outro.

    4º – Dependência emocional

Neste cenário temos um tipo de pessoa que confunde o seu emocional com o outro, no sentido de sempre condicionar a sua capacidade de estar feliz, em tudo, ao modo como a outra pessoa vive, pensa e faz as suas escolhas.

Estar bem, alegre, motivado(a), confiante, tem tudo a ver com o outro. Se o outro não estiver, você também não está. Pessoas assim não criam sua própria vida; não controlam por si mesmas seus sentimentos e até mesmo algumas das suas decisões.

Elas apenas se submetem ao modo como o outro vive, abrindo mão dos próprios potenciais. É importante observar que pessoas assim geralmente não admitem esse problema. Ou seja, que sofrem de dependência emocional.

Elas só vão perceber o problema quando o relacionamento termina, então tudo vem à tona e o sentimento de perda é imenso, pois é como perder a fonte de toda a sua motivação para a vida.

5º – Diferenças de opinião

O problema aqui não é exatamente a diferença de opinião, mas a ausência de tolerância e respeito ao modo do outro enxergar as coisas. Saber ouvir antes de falar e procurar entender os motivos alheios é fundamental para haver harmonia na relação.

Uma vez que diferenças sempre vão existir em algum grau, saber lidar com elas é o grande desafio, sendo a tolerância o elemento-chave para para que um diálogo construtivo possa existir.

Quando a tolerância não existe, aí sim as diferenças se tornam problemas, pois a tendência é que tudo se transforme em uma disputa de narrativas, onde um busca subjugar o outro às próprias vontades e visão de mundo.

Para ler a segunda parte desse artigo clique aqui.

Categorias: Artigos, Comportamento

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